terça-feira, 26 de julho de 2016

Orientação gratuita!!! SALVADOR, SÃO PAULO E RIO DE JANEIRO



ATENÇÃO MENINAS QUE SENTEM DOR NA RELAÇÃO SEXUAL... 


FAREMOS 1 DIA DE ORIENTAÇÃO GRATUITA NA DATA ESPECIFICADA ACIMA, COM HORÁRIO AGENDADO.


PARA GARANTIR SUA VAGA E AGENDAR UM HORÁRIO
ENVIE SEU NOME E TELEFONE POR WHATSAPP (21)99560-9080


NÃO PERCAM ESSA OPORTUNIDADE!!! 
SAIBAM COMO MELHORAR A SUA SAÚDE SEXUAL!!!

obs: Demais informações por telefone!


ABRAÇO

FERNANDA PACHECO

quarta-feira, 27 de abril de 2016

"Conseguimos!!! Em menos de 10 sessões!!!"

Bom dia meninas!!!
Mais um lindo depoimento!!!
Boa leitura!!!





"Olá, tenho 35 anos, moro no interior do Rio de Janeiro, sou evangélica, me guardei até o dia do meu casamento. Fui para a lua de mel cheia de sonhos e quando cheguei lá, que frustração! Não conseguia fazer nada!!! Pensamos: " deve ser nervoso e ansiedade"... Fomos para casa e nada! Não conseguia ter nenhuma penetração, parecia que iria me rasgar, era uma dor insuportável, foram muitas tentativas sem sucesso algum! E o tempo ia passando... Foram 11 longos anos nesse sofrimento.

E todo ano eu ia de médica em médica e ouvia as mais diversas coisas: "Você tem que relaxar, toma um vinho que você vai conseguir!" ou " Sua vagina é muito estreita, passa xilocaína, usa um gel!". Teve uma Dr. que foi me recepcionar na porta na porta e foi logo me perguntando: "E aí você ainda continua casada?". Saí de lá desnorteada com uma tristeza profunda,me senti no fundo do poço, então depois encontrei uma Dr. ginecologista muito amável que me falou, você vai conseguir resolver esse problema. 

Deus me deu um marido muito abençoado que esteve comigo todos esses anos me amparando e me dando palavras de encorajamento, que esteve na luta comigo desde o primeiro dia. Durante esses anos teve dias em que me sentia um ET, não me sentia mulher, me sentia diminuída. As vezes pensava assim: "acho que vou morrer sem conseguir dar esse presente para o meu marido". Comecei a entrar em pânico, parecia que iria surtar! Vivia chorando pelos cantos, estava muito depressiva, foi então que eu e meu marido começamos a procurar na internet uma solução para esse problema chamado vaginismo, sendo assim achamos vários artigos que falavam sobre o assunto. 

Procuramos em nossa cidade e nada, foi então que Deus nos iluminou e conseguimos encontrar a Dr.Fernanda! Entramos em contato por telefone e agendamos uma avaliação, fomos para o Rio de janeiro com muita ansiedade e uma certa timidez, pois ao mesmo tempo que acreditava que poderia dar certo o tratamento, as vezes vinha um sentimento de duvida...Mas ao chegarmos lá, logo nos primeiros momentos da avaliação, já começamos ter uma nova visão sobre a disfunção, pois a Dr.Fernanda falava com muita naturalidade e em todo tempo ela me passou total certeza de cura, assim começamos o tratamento! Foram algumas semanas (em torno de 2 meses) nos deslocando da nossa cidade em direção ao Rio de Janeiro. Eram várias horas para chegarmos até lá, com muita ansiedade, mas estava valendo a pena! Pois os resultados já começaram a aparecer nas primeiras sessões! Eu estava empenhada e decidida a fazer todos os exercícios que a Dr.Fernanda me passava, sem falhar nem um dia! Colocamos como prioridade máxima na nossa vida, a resolução desse problema.

Enfim no dia 08 de março de 2016, detalhe no dia internacional da mulher, recebi o presente que eu mais esperava em minha vida... Tivemos a nossa primeira relação sexual, sem dor alguma!!! Foi um momento magico, momento mais que especial!!! Após 11 anos de muita luta e sofrimento...A nossa vitória chegou!!!!!!!!

Somos gratos a Deus por ter nos dado a oportunidade de conhecermos a Dr. Fernanda, uma pessoa tão iluminada!!! Obrigada Dr.Fernanda por seu empenho e dedicação,que Deus te abençoe cada vez mais!!!!!"

quarta-feira, 6 de abril de 2016

V Curso de Fisioterapia nas Disfunções Sexuais Femininas - SP


São Paulo (03 e 04 de setembro).

Aula téorica e prática clínica!!!

INSCRIÇÕES e INFORMAÇÕES:
E-mail: fernandapacheco84@hotmail.com
samyfisio@hotmail.com
WhatsApp: (21)99560-9080 / (11)99370-2977

VAGAS LIMITADAS!!!!

Investimento:
R$800,00 à vista no depósito bancário
R$850,00 parcelado em até 4x sem juros (para pagamento realizados até 05 de maio)
R$500,00 (para estudantes do último ano da graduação)

Público-alvo: fisioterapeutas que possuem interesse e/ou experiência em atuar com tratamento fisioterapêutico nas disfunções sexuais femininas.

segunda-feira, 4 de abril de 2016

"Fui há alguns médicos e nada. Diziam pra eu relaxar... Só! Como?"

Boa tarde meninas!

Mais um lindo e inspirador  depoimento...
Felicidades querida!
Obrigada pelo depoimento maravilhoso e inspirador!







"Essa semana fizemos sexo no chão. Eu quero aqui, disse. E ele foi. Transamos com desejo e prazer.
Mas nem sempre foi assim.
Uma dor insuportável. Era o que eu sentia na nossa noite de núpcias. Nossa primeira vez. Para, dói demais, eu dizia. Dói mesmo tanto assim, ele perguntava meio que sem conseguir acreditar. Não dormi. A noite inteira passou comigo chorando, frustrada. Era o vaginismo que fazia isso comigo e eu nem tinha sido formalmente apresentada a ele. E foi assim por cinco longos meses.
Mesmo recém-cadada e cheia de fotos lindas no Facebook, mesmo com o amor longânimo e compreensivo do meu marido, mesmo com tudo que alguém poderia desejar, emprego razoavelmente legal e financeiramente tranquila, mesmo assim eu estava no chão, totalmente despedaçada.
Foi em janeiro de 2016, a descoberta. A hipótese foi levantada por pesquisas na internet mas eu relutava. Não aceitava o diagnóstico. Procurei a pessoa que seria a minha grande salvadora, a fisioterapeuta especialista em disfunções sexuais, Fernanda Pacheco, que confirmou tudo e esclareceu cada detalhe.
Começou assim: casamos virgens, meu marido e eu. Imagine longos anos de namoro com esse compromisso de não transar e tolir o desejo sexual. Agora penso que a maneira como nós éramos afetados por essa repressão deu espaço para o desenvolvimento da minha disfunção e do meu sofrimento.
Mas voltemos ao grande dia - o casamento. Diante dele, no altar estava disposta a tudo e comprometida 100% com nossa nova vida juntos. Minha missão era fazê-lo feliz e, por isso, ser muito feliz. Eu a cumpriria certamente.
Minha frustração foi total. Começou com o fracasso da Lua de Mel. Nada de sexo. Tentava e não conseguia nada. Era muita dor, muita ansiedade, muita novidade, muito cansaço, muita culpa, muita impotência e principalmente muita falta de entendimento do porquê daquilo. Só comigo? Tão insuportável? Como não consigo suportar? E das perguntas, surgiam as afirmações. Sou fraca! Sou culpada por não satisfazer meu marido! Sou fresca com dor! Sou virgem... Sou casada e virgem! Essa ideia me despedaçava. Com a ajuda paciente do marido, comecei a pensar positivo. Era só a Lua de Mel. Depois vai melhorar... É só continuar tentando e uma hora vamos conseguir romper. Achava que tudo isso acontecia em função do rompimento do hímem. A dor insuportável vinha daí. Não entrava porque ele era diferente, provavelmente. Ou eu era fraca e fresca mesmo. Se toda mulher consegue, eu tinha que conseguir. Mas não conseguia, era uma fraca mesmo, pensava.
Fui há alguns médicos e nada. Diziam pra eu relaxar, só. Como? Depois de tantas tentativas, de tanto sentir dor e me frustrar, encarava a penetração como alguma coisa que eu precisava conseguir, mas que não seria boa de jeito nenhum, seria sofrida, seria um esforço. Se um dia conseguisse transar, seria algo que eu aguentaria, que eu suportaria. Era uma meta conseguir aquilo, uma meta difícil e penosa. Tudo isso só fez piorar minha disfunção. Quanto mais eu forçava, mais meu músculo entendia que aquilo era ruim pra mim, então eu me contraia involuntariamente e era insuportável.
Quatro meses depois do casamento, fui conhecer a Dra Fernanda Pacheco. Ela me recebeu com muita naturalidade. Já era entendida do assunto. Não disse que eu precisava relaxar, mas que eu precisava exercitar o músculo da vagina pra que ele esquecesse da dor e que só depois disso ele relaxaria. Ela esclareceu que não se tratava de hímem. Inclusive, eu nem tinha mais hímem, devido às tentativas. Ela me recebeu como alguém normal que tinha um problema, problema esse que podia ser resolvido. Ela mesma iria ajudar. Me passou muita confiança e conhecimento sobre o assunto. Me fez ter esperança. Me explicou o tratamento e começamos. Para completar, entrei em um grupo de pacientes atuais e antigas no whatsapp. Aquele acolhimento me fez me sentir normal e conhecer as vitórias das outras meninas me encheu de determinação. Eu derrotaria o vaginismo. Formamos uma grande família e o grupo me ajuda até hoje.
Depois de pouco mais de um mês fazendo as sessões de fisioterapia e exercitando todos os dias em casa com dilatadores, consegui minha primeira penetração sem dor. Quase não acreditei. A emoção tomou conta de mim e meu marido explodiu de felicidade. Depois desse dia a evolução foi constante e em poucas semanas éramos um casal feliz e realizado que transava, tinha fantasias e as colocava em prática. Eu tinha vencido!!!! Nós tínhamos vencido!
Me emociono demais quando tomo consciência dessa minha condição. Lutei e consegui vencer minha dificuldade com a ajuda do marido e o tratamento médico excepcional da Dra Fernanda. Hoje me sinto uma rainha. Meu marido entende que fiz um esforço real pra hoje vivermos dessa forma e me trata com regalias dignas da realeza.
Se é que posso dar conselhos, arrisco alguns:
Não desista! Você é responsável pela sua felicidade. Não espere a iniciativa de ninguém. Comece você e as coisas à sua volta vão mudar diante da sua mudança. Você não é uma coitada. Muitas sofrem e sofreram o que eu sofri. Não somos piores do que ninguém mas precisamos pegar o problema é acabar com ele. Desse jeito, olharemos pra trás e teremos muito mais satisfação no que somos, no que nos tornamos. Fomos nós que fizemos acontecer.
O vaginismo tem jeito! Saia da inércia! Se você quer, você pode fazer sexo com muito prazer.
Se já está curada, não esqueça que ainda tem gente sofrendo. Todas nós mulheres temos a missão de orientar e mostrar que há solução. Precisamos nos unir. Não julgue, ajude. Seja você agente de mudança e felicidade.
Nada é por acaso. Se você viveu isso, vai conseguir ajudar quem ainda vai viver. Quando isso acontecer, não perca a oportunidade.
A vida tem momentos que nos fazem questionar se vale a pena continuar. Mas não duvide que o amanhã pode ser a resposta pra essa pergunta: sim, vale.
Pra mim valeu muito!"



terça-feira, 1 de março de 2016

Chegou mais um recurso para o tratamento do vaginismo!!! RADIOFREQUÊNCIA PERINEAL



Chegou mais um recurso para o tratamento do vaginismo!!!
A UROFISIO é a 1a CLÍNICA DE FISIOTERAPIA do estado do Rio de Janeiro a utilizar o recurso da radiofrequência nas disfunções sexuais, uromiccionais, ginecológicas e coloproctologicas!!!
Alta tecnologia e inovação a serviço da sua saúde!
Vantagens da técnica:
-Abrevia o tempo de tratamento;
-Melhor custo - benefício;
-Maior satisfação do paciente com os resultados;
-Resultados já na 1a aplicação.
Indicação:
-Vaginismo;
-Dor pélvica crônica;
-Flacidez vaginal;
-Fissuras pélvicas;
-Cicatrizes pélvicas (ex: epsiotomia);
-Incontinência urinária de esforço;
-Doença de Peyronie;
-Incontinência fecal;
-Aumento do monte de Vênus (região pubiana aumentada)
Dentre outras

Urofisio - Mais saúde e tecnologia a serviço da sua saúde!
Rio de Janeiro-RJ
(21)2262-5335 / 3553-72287 / 99560-9080
Av Almirante Barroso, 63, sala 317, centro (Metrô Carioca). Rio de Janeiro.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

"Foi quando encontrei o blog... E comecei a fazer os exercícios diariamente!"


Boa noite meninas!

Essa semana recebi um depoimento inspirador de uma leitora do blog... Fiquei muito feliz por poder ajudá-la mesmo sem conhece-la!

Que sirva de inspiração para quem mora em cidade pequena , onde é difícil encontrar fisioterapeutas especializada em uroginecologia.

Boa leitura!





"Eu descobri que era vagínica em 2015, quando comecei a namorar pela primeira vez. Eu já tinha tentado ter relações sexuais antes, com um moço com quem eu estava ficando, mas eu senti muita dor e resolvi não insistir, eu nem gostava do moço e sexo até me era irrelevante, já que eu consigo me masturbar e me satisfazer normalmente.

Com o meu namorado foi diferente, claro, eu me sentia extremamente frustrada, porque além de ter um desejo enorme por ele, eu me sentia mal por não conseguir satisfazer um desejo meu e dele, a dor era horrível toda vez que tentávamos. Só consegui ter penetração uma única vez e mesmo assim foi bem doloroso, cheguei a sangrar, mas acreditei que a dor era por eu ainda não ter tido penetração antes, aquela era a tal “dor da virgindade”. Qual não foi a minha surpresa quando, ao tentarmos novamente, eu senti a mesma ardência de antes.

Depois de mais uma tentativa frustrada, em que eu sangrei novamente, chegamos à conclusão de que eu precisava ir ao ginecologista e descobrir se eu não tinha alguma infecção ou outro problema fisiológico. Meu namorado chegou a sugerir que eu pudesse ter vaginismo (pesquisávamos muito sobre dores na relação sexual), mas eu não aceitava a situação, achava que o problema deveria ser fisiológico. Fui ao ginecologista, mas o médico só me disse que eu precisava relaxar e deixar meu namorado "agir", que devíamos estar pulando as preliminares e minha lubrificação devia ser insuficiente. Mas nós sempre gastamos tempo nas preliminares e usávamos lubrificante. Além disso, o médico colheu material para fazer meu exame Papanicolau e aquilo foi terrivelmente doloroso para mim, mesmo com ele sendo paciente e me avisando a todo instante para relaxar.

Comentei com uma amiga e ela falou que tinha passado por isso, que era vaginismo mesmo e que eu deveria tentar transar bêbada. Tentei e foi outra decepção para mim e o meu namorado, mas ele seguiu me apoiando, apesar da frustração.

Bom, a essa altura, eu sabia que meu problema tinha um nome e fui atrás de mais informações, li muitos sites e blogs sobre o assunto, procurava o máximo de informações possível. Nos resultados de uma das pesquisas apareceu uma fisioterapeuta especialista no assunto, aqui na minha cidade, mas como eu não estava formalmente empregada, estava ganhando pouco e sem estabilidade, eu resolvi procurar outras informações, queria ver se era possível me curar sozinha. Foi quando encontrei o blog da Dra. Fernanda, e como ela sugeria, comprei um kit de dilatadores vaginais e comecei a fazer os exercícios diariamente, fazia mesmo que estivesse cansada ou com pouco tempo.

A cura veio! Em cerca de 20 dias eu consegui ter uma relação sexual com ele sem dor nem nada. Estávamos sozinhos na minha casa e eu nem cheguei a pegar o lubrificante. Eu finalmente me senti mulher, me senti realizada com isso, porque antes, eu me sentia um ET, já que minhas amigas não tinham problema para fazer sexo e eu sim. Era horrível ter um namorado e não conseguir fazer algo tão comum às outras pessoas.


Não desistam jamais, meninas. Tenham dedicação que a cura virá!"

M. 23 anos.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

"No desespero chequei a pensar em morte... Inacreditavelmente venci o vaginismo com 3 sessões de fisioterapia"


Boa tarde meninas!

Trago hoje mais um depoimento maravilhoso de vitória na luta contra o vaginismo.

Em uma manhã de sábado, ao verificar meu WhatsApp, me deparo com uma mensagem desesperada de uma moça que sofria com vaginismo há muitos anos e que já não tinha mais forças para lutar.

A mensagem me deixou extremamente preocupada com sua saúde emocional. E hoje venho aqui , postar o depoimento que recebi dessa mesma moça. Com grande satisfação!!!

Espero que esse depoimento inspire muitas mulheres que sofrem por muitos anos com essa disfunção e que nem imagina que a vitória contra o vaginismo pode ser muito breve.

beijo em todas!

Dra Fernanda Pacheco

fernandapacheco84@hotmail.com
(21)2262-5335



"Tenho 34 anos, sou Psicóloga clínica e sofro com vaginismo desde os 15 anos. 

Tive uma vida religiosa intensa e fanática, na qual o sexo se tornou sujo e proibido, então tive que reprimir meus desejos sexuais e achar que o vaginismo seria curado com o sexo no casamento. Então, fiquei anos sem buscar tratamento, até começar a análise, modificar muito a minha mente, mas, mesmo assim, não conseguia penetração. Tentei várias vezes e nada. Já formada e atuante na minha profissão, com a mente aberta, comecei a pensar que meu caso não teria solução, pois já tinha feito de tudo. A depressão me pegou. Comecei a pensar em nunca mais me relacionar, para não ter mais tentativas frustradas, até pensar em morte...

Mas, nesse dia que pensei em morrer, uma parte de mim, tinha esperança. Fui buscar respostas na Internet e achei esse Blog. Confesso que tive muito preconceito, por acreditar que o tratamento era só mental. Mas, estava muito desesperada. Pensei: Vou me dar a última chance, nem que tenha que viajar para outro Estado. Marquei uma avaliação e, no primeiro dia, já me comportei muito bem. Rs. Coloquei toda minha força de vontade neste tratamento, segui à risca todas as orientações, algumas horas duvidava, ria do tratamento, achava a cura impossível... Mas, na terceira sessão, mesmo sem estar segura para tentar uma penetração, me permiti, lembrando de cada sessão e conhecimento do meu corpo que tinha aprendido e... FOI PERFEITO! Logo depois, consegui fazer exame ginecológico, que sempre foi meu pânico e recebi alta. Hoje tenho vida sexual ativa completa. Quando lia os depoimentos de outras pessoas, achava que era privilégio de poucos. mas, não é. Me sinto tão feliz, que não sei dimensionar o quanto. Recomendo Dra Fernanda, sem medo. Nunca conheci uma Profissional como ela. E hoje, como Psicóloga,entendo que a cura do vaginismo, é através da união da Psicologia com a Fisioterapia.

ACREDITE, VOCÊ PODE FICAR CURADA!

Obrigada, Dra Fê, o bem que você faz a tanta gente, com certeza retorna à você. "

sábado, 23 de janeiro de 2016

Tratamento do vaginismo no Rio de Janeiro





Dra Fernanda Pacheco (CREFITO2:109096F)
Fisioterapeuta, pós graduada em Fisioterapia Uroginecológica (CBES-SP) e em Gestão de Saúde (UERJ). RPGista formada pelo Instituto Phillipe Souchard –RJ, membro da International Continence Society (ICS), membro da câmara técnica de fisioterapia pélvica do conselho regional de fisioterapia (CREFITO2), fisioterapeuta e sócia da Clínica Urofisio (RJ) e autora do blog Vaginismo & Fisioterapia, Colunista da revista eletrônica SUPERELA.  Nesse blog espero poder inspirar saúde e contribuir com informações e dicas relacionadas às disfunções sexuais, dentre elas, o vaginismo.



Clínica Urofisio - RIO DE JANEIRO / RJ

Av Almirante Barroso, 63, sala 317, Centro.
(próximo ao metrô carioca)

fernanda@clinicaurofisio.com.br
fernandapacheco84@hotmail.com

(21)2262-5335 / (21)3553-7287 / (21) 995609080


sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

CURSO DE DISFUNÇÕES SEXUAIS FEMININAS - SÃO PAULO

PÚBLICO - ALVO: Fisioterapeutas e estudantes de fisioterapia (último ano)

DATA: 02 e 03/ ABRIL / 2016

LOCAL: Liberdade (ao lado do metrô)
SÃO PAULO - SP

HORÁRIO:
Aula teórica:  8h às 17h (sábado)
Aula prática: 9h às 14h (domingo)

INVESTIMENTO:

Para profissionais fisioterapeutas :
R$ 750,00 (à vista até 15 de fevereiro, depósito direto em conta corrente)
R$ 800,00 (parcelado em até 4 x no PagSeguro)

Para alunos da graduação de fisioterapia:
R$ 450,00* (à vista ou parcelado em 2x)
*depósito direto em conta corrente

INSCRIÇÃO, PAGAMENTO & INFORMAÇÕES:
fernandapacheco84@hotmail.com
samyfisio@gmail.com
WhatsApp: (21)99560-9080





quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

"Me senti mulher, me senti capaz, e o melhor de tudo: me senti NORMAL!"

Bom Diiiiaaa!!!!

Recebi ontem um email tão lindo, tão emocionante, tão profundo... Que pedi autorização para compartilhar com vcs...

Essa paciente teve alta há alguns meses, não lembro exatamente quantas sessões foram, mas foram poucas ... Pois ela se dedicou bastante ao tratamento!

Bom leitura!



"Dra Fer, 

Há muito tempo que eu queria te escrever, mas primeiro estava tentando digerir tudo aquilo que estava acontecendo na minha vida , Formatura, responsabilidades cada vez maiores no estágio e o tratamento com você, sentimentos muito desconhecidos.

Até eu chegar ao seu consultório eu estava vivendo uma vida de espera ...Esperar pelo dia que fosse dar certo, até eu ser tomada por uma tristeza que começou a dominar meus pensamentos.., alguns dizem que você precisa chegar a esse estado pra decidir fazer algo por vc, acho que foi isso que aconteceu comigo.

10 anos de namoro, 10 anos de tentativas frustradas, eu vivia esperando pelo tão sonhado dia que eu iria " relaxar" pq as pessoas dizem que é "só isso", mas só vc sabe que pra nós é muito mais que apenas estar calma.

Eu não tinha uma família repressora, nenhum trauma de abusos, nenhuma religião opressora, apenas um medo que tomava conta de mim e Graças a Deus um namorado super paciente e amoroso.

Os pensamentos opressivos começaram a me dominar, " eu nunca vou me casar", " ninguém vai querer uma pessoa assim", " sou uma coitada", " sou menos mulher",  " vou virar freira", "por que comigo?", " sou anormal", " nunca vou ser feliz" e esse pensamento se consolidava a cada tentativa...Chegamos ao ponto de mentir pras pessoas por que a verdade é muito dolorosa e vergonhosa, aquilo vira um pesadelo. Ver um bebê na rua causava tristeza ao pensar que pra mim aquilo nunca seria possível, ver um casamento era motivo de tristeza por saber que ninguém se casaria comigo..Dentre outros milhares de pensamentos horríveis e devastadores.

Procurei algumas vezes na internet e li uma vez " o vaginismo (que até então eu não sabia bem o que era) torna a penetração impossível" , ler essa frase foi como uma faca entrando em qualquer esperança que eu tinha de que um dia eu iria relaxar e dar certo, então resolvi não olhar mais nada sobre isso na internet por que só assustava mais...até que um dia sem forças pra pensar em mais nada sobre esse assunto e rezando pela minha Santa Rita (Santa das causas impossíveis), tomei coragem e procurei mais sobre o assunto quando encontrei seu blog, li tudo o que havia mas quando eu vi que era no Rio de Janeiro fiquei até emocionada pois não imaginei que havia tão perto de mim um tratamento e ainda mais no Centro. 

Demorei uns dias pra ligar, tinha medo de me encher de esperanças e não dar certo, medo de não conseguir pagar, medo de não haver cura... Mas tomei coragem e marquei minha primeira consulta..

Como provavelmente acontece com muitas meninas, na segunda frase eu já estava chorando, era a primeira vez que eu falava isso pra alguém a não ser meu namorado obviamente, pra mim era apenas uma profissional em algum coisa que eu não sabia bem o quê que estava sentada na minha frente, quando vc segurou a minha mão e falou " Isso é normal, tem cura! vc vai conseguir, que bom vc encontrou e quer fazer o tratamento, existem muitas meninas com o mesmo problema que você" . Neste momento foi como se o mundo me abraçasse e me acolhesse, eu ainda não acreditava em mim naquele momento, mas o fato de vc acreditar em mim daquela forma sem nem me conhecer me deu forças pra começar , é claro que pra dar certo eu tinha que acreditar em mim mas só acreditei depois de ver toda confiança que vc depositava em mim.

Quando somos crianças as pessoas nos ensinam a falar, a andar, a amarrar os sapatos, mas quando a gente cresce parece que ninguém pode ensinar mais nada, que temos que aprender sozinhos, e o sexo foi assim pra mim, eu não consegui aprender sozinha, precisei sim que alguém me ensinasse. Não sei se vc percebe mas vc age muitas vezes no papel de uma mãe, uma irmã, em famílias onde não há esse ensinamento.

A cada consulta eu voltava pra casa emocionada, com um choro entalado que muitas vezes eu deixava sair morrendo de vergonha das pessoas na rua, mas era o grito que estava entalado, uma vitória semanal. 

Uma pessoa que até uns meses atrás eu não conhecia havia mudado a minha vida de uma forma imensurável, me fez me sentir forte, me sentir mulher, me sentir capaz, e o melhor de tudo: me sentir NORMAL! Sei que parece estranho e simples mas é a verdade, o fato da gente saber que é normal é muito bom, pq durante muito tempo eu me sentia diferente de todo mundo.

O que eu venho te dizer Dra, é que eu sei que devem existir muitos profissionais nesta especialidade, com certeza existem bons e existem ruins, mas você eu devo dizer que é uma profissional COMPLETA, pq na faculdade não é ensinado o amor, e esse é o seu diferencial, a forma que vc trata cada uma de nós, a forma que vc trata cada fraqueza, cada tipo de medo, a paciência, a confiança. Eu me atrevo a dizer que a responsável pelo meu sucesso não foi uma fisioterapeuta uroginecológica, foi a Dra Fernanda Pacheco, pq o que eu via toda semana não era somente uma profissional e sim um Ser Humano iluminado que acalmava  tirava o meu medo com simples palavras.

Eu queria que você soubesse o quanto vc muda a vida das pessoas, eu quero que um dia o meu trabalho também faça as pessoas felizes assim pois deve ser muito bom saber que vc tirou de alguém uma tristeza profunda , um desespero e transformou em Fé, esperança e alegria, cada criança que nasce, cada casal que se realiza é responsabilidade sua e de Deus que com certeza guia todos os seus passos.
PARABÉNS pelo seu trabalho, pelo seu ser!

OBRIGADA, Vc estará sempre presente na minha vida e nas minhas orações."


Obrigada pelo carinho e por palavras tão lindas e profundas.Tenho certeza que esse depoimento irá empoderar muitas mulheres!!! Um beijo grande querida!!! Felicidades!!!

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Você tem dúvidas? WhatsApp


Olá Meninas!!! 


Meu WhatsApp sempre esteve disponível para trocar uma idéia com vcs sobre o assunto DOR NA RELAÇÃO SEXUAL... 

Porém para organizar um pouco mais meu tempo e para que ninguém fique sem resposta, resolvi limitar o contato a 1 dia na semana com horário específico, OK? 

Dessa forma, conseguirei dar atenção exclusiva a vocês, no horário combinado!!! Certo? 

Abraço em todas!!!


sábado, 28 de novembro de 2015

II ENCONTRO DE MULHERES COM DISFUNÇÕES SEXUAIS NA CLÍNICA UROFISIO - RJ


Olá meninas!!!

Post atrasado...

Eu não poderia deixar de agradecer às 33 meninas que compareceram ao nosso II Encontro. Foi sucesso e recorde de público!!! Estão todas de parabéns!!!

Foi maravilhoso vê-las interagir tão animadas e empolgadas com o tratamento... Teremos outros encontros!!! Preparem-se pois temos previsão para março ou abril de 2016. Farei um novo poste aqui comunicando a data. Desde já estão todas convidadas!!! Lembrando que as inscrições são gratuitas e o evento é restrito para MULHERES que sentem dor ou desconforto na relação sexual.

Agradeço a presença do Dr André (ginecologista)... Sua palestra foi maravilhosa! Muito obrigada por colaborar com o nosso evento!!!

Beijo grande a todas e todos

(Sim!!! TodOs !!! Pois temos muitos maridos/namorados leitores do blog tbm!) :)



quarta-feira, 18 de novembro de 2015

II ENCONTRO DE PACIENTES COM DISFUNÇÕES SEXUAIS FEMININAS


Atenção!!! Segunda ferira que vem!!! Inscreva-se por WhatsApp gratuitamente.

Envie o seu nome e sobrenome.




II ENCONTRO DE PACIENTES COM DISFUNÇÕES SEXUAIS FEMININAS – VAGINISMO E VULVODÍNIA

23 de novembro (segunda feira) às 18h no Edifício Cidade do Rio de Janeiro
(próximo ao metro carioca – Rio de Janeiro)
Av Almirante Barroso, 63, auditório 24 andar, Centro da cidade. 

EVENTO GRATUITO!!! APENAS 30 VAGAS!!!

Inscrições por Email: fernandapacheco84@hotmail.com
Inscrições por WhatsApp: (21)99560-9080

O evento é restrito a mulheres que apresentam dor na relação sexual (vaginismo, vulvodínia e dispareunia).

Palestrantes convidados:

Dr André Medeiros (CRM: 52.73491-8): Médico ginecologista (FEBRASGO), Mestre em saúde pública; Especialista em videohisteroscopia pelo IFF/Fiocruz e Residência médica em ginecologia / obstetrícia pelo hospital Pedro Ernesto /UERJ.

Dra Fernanda Pacheco (CREFITO2:109096F): Fisioterapeuta em uroginecologia e obstetrícia (CBES-SP); Fisioterapeuta e responsável técnica da Clínica Urofisio; Fisioterapeuta no ambulatório de uroginecologia do IFF/FioCruz; Membro da câmara técnica de fisioterapia uroginecológica do CREFITO2; Pós graduada em Gestão de Saúde (UERJ); Formação Osteopatia (EBOM), RPG (Philippe Souchard) e Método Hipopressivo (Marcel Caufriez).

OBS: Não será permitida a entrada de maridos, namorados, parceiros... O evento é restrito à mulheres com disfunção sexual!

Necessário inscrição prévia! Vagas limitadas!
Inscrições por Email: fernandapacheco84@hotmail.com
Inscrições por WhatsApp: (21)99560-9080

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

"Estou namorando a quatro meses e não conseguia ter relações sexuais."

Olá meninas!!!
Na semana passada recebi no consultório uma garota com seus 20 e poucos anos queixando-se de dor na relação sexual. Ela estava tranquila, porém bastante angustiada... Começou a relatar o que parecia ser vaginismo... Mas ao examiná-la, verifiquei a ausência de espasmos e de contração involuntária da vagina. Aproveitando que ela estava tranquila, fiz a palpação intravaginal e a colocação de 1 dilatador bem fininho com muita facilidade. 

Conversamos, expliquei sobre a anatomia, sobre o que era o vaginismo e disse a ela que não acreditava que fosse realmente o vaginismo. Talvez apenas um nervosismo inicial, já que ela havia acabado de iniciar a sua vida sexual. Mesmo assim , marcamos o retorno dela ao consultório na semana seguinte...

Eis que recebo um email surpresa desmarcando a consulta posterior e contando as novidades... Ela havia saído daqui bem mais tranquila, mais aliviada e adivinhem o que aconteceu???
Ela conseguiu ter penetração total, finalmente!!! E o melhor... Sem dor!!!

Fiquei extremamente feliz e pedi que ela escrevesse algo para o blog, para que outras meninas possam conhecer a história dela e quem sabe se identificar...

Boa leitura!!!





"É com alegria que venho compartilhar a experiência que tive. Além do mais, pode ser que meu relato ajude muita gente, como os relatos presentes neste blog já me ajudaram.
Estou namorando a quatro meses, e não conseguia ter relações sexuais. Já imaginava que a primeira relação sexual poderia vir com certo desconforto. Era o que muitas mulheres diziam. Mas foi mais que isso. Senti uma dor horrível. Uma dor como a da pele do braço sendo torcida, se puder comparar. Eu e meu namorado resolvemos esperar mais. E só voltamos a tentar tempos depois quando nos sentimos mais confiantes e confortáveis um com o outro. Mas mesmo assim, sempre sentia a mesma dor, sem haver a penetração. Não sabia dizer o que era, ou a causa disso. Não acredito em algo psicológico, pois não tenho trauma algum e sexo não é tabu para mim, apesar da minha timidez. E eu e meu namorado temos muita confiança um no outro, conversamos de tudo. Então pensei que pudesse ser algo físico. Por isso procurei na internet pessoas com o mesmo problema e que podiam indicar algum especialista.
Foi assim que encontrei esse blog da Dra. Fernanda Pacheco. Li as informações e principalmente os relatos das pessoas que sofreram com vaginismo e estão curadas. E me senti esperançosa com o que li. Pensei “Pronto, está aí a solução. Ela vai me dizer o que tenho”. Entrei em contato e marquei a consulta.
A primeira consulta é a avaliação. A doutora conversou comigo, pediu para dizer tudo o que sentia e depois começou a me explicar como era o vaginismo, o tratamento, o que as suas pacientes sentiam e pelo o que elas passavam. Depois foi a avaliação. Foi muito tranquilo, acredito principalmente por a doutora ser muito atenciosa e nos deixar muito a vontade para conseguir falar do assunto.
Por fim, ela disse que não acreditava que eu tinha vaginismo. Mesmo assim me explicou como era o tratamento. Fui para casa feliz, mas ao mesmo tempo confusa. Então qual era o problema? Não foi preciso muitos dias para eu descobrir que não havia problema algum. Em um dia, depois de termos conversado sobre a dor e a visita a clinica, eu e meu namorado resolvemos simplesmente não tentar. Mas justamente por não nos preocuparmos em tentar, aconteceu. Sim, houve um desconforto no início, mas foi uma dorzinha pouca e bem rápida. E daí pra frente, nunca mais.
Sinceramente, acredito que o que me ajudou foi a conversa que tive com a Dra. Fernanda Pacheco. Talvez, por ter sentido muita dor na primeira tentativa tinha colocado na cabeça que tinha algo errado comigo. Então foi muito importante conversar com alguém que entende disso, que soube dizer e explicar tudo o que era preciso. Mesmo não sofrendo de vaginismo, a consulta que tive com a Dra. Fernanda foi muito importante. Assim, aconselho sim que sempre que estiver com dúvida em algo, procure ajuda. Principalmente com quem entende do assunto e vai saber te ajudar. É sempre a melhor solução." 
O que vcs acharam desse depoimento??? Diferente e interessante não?? Para quem ainda não tem o diagnóstico de vaginismo, mas acha que tem porque se identifica com os sintomas da disfunção, procure ajuda de um profissional especialista médico ou fisioterapeuta... Pode ser algo muito mais simples do que vc imagina!!!

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Depoimento de um MARIDO...

Boa noite meninas!
Hoje trago o depoimento de um MARIDO... Isso mesmo!!!
Ele acompanhou a esposa durante todas as sessões... Fiquei muito feliz por ajudar mais um casal a encontrar a felicidade.

Boa leitura!!! bjs






"Com muito gosto, venho por meio de este compartilhar uma grande conquista obtida em minha caminhada de vida!
Casado há 7 (sete) anos, não conseguia ter relações sexuais com minha esposa, foram tempos que jamais serão esquecidos, posso enumerar tempos muitos difíceis, mas também posso enumerar tempos de crescimento, aprendizagem, ampliação de conhecimento e parceria em meu relacionamento.  
Namoramos por 2 anos, ficamos noivo por 1 ano e nos casamos com 3 anos de relacionamento.
Quando casei com minha esposa, ela virgem. Ao nos casarmos fomos para noite de núpcias, neste momento tivemos uma surpresa para ambos, ela reclamou de sentir muita dor na genital e com isso não conseguiu a penetração, no momento não dei tanta importância, pensei, no dia seguinte, na lua de mel será diferente.
No dia seguinte fomos para tão esperada lua de mel, um local muito aconchegante e lindo, tivemos momentos maravilhosos nesses 5 (cinco) dias. Mais não conseguimos a penetração.
Ao retornarmos da lua de mel, os dias foram se passando e não conseguíamos ter a nossa tão esperada relação sexual, devido minha esposa sentir muitas dores e incômodo quando tentávamos a penetração.
Como somos pessoas criativas, fazíamos o que dava mão aqui, boca dali e etc.;...
Depois de algum tempo ela procurou sua ginecologista, para ver o porquê não estava conseguindo ter relações, devido às dores e incômodos locais.
Obs: Ao ter o seu 1º atendimento ela me falou que a ginecologista disse que tinha pacientes que já estavam a 3 (três) anos sem ter relação sexual. Neste momento eu sorri e falei: "Nossa isso é coisa de maluco! Como conseguem?"
Ela ficou sendo atendida por algumas semanas e neste tempo ficou ainda mais traumatizada, por não conseguir ter relação sexual e a ginecologista falou que isso era frescura da parte dela.
Parou com as consultas e si isolou internamente, até nossas brincadeiras ficaram suspensas, pois ela estava decepcionada e passou a ficar se culpando.   
Devido a tudo isso, tivemos longos anos de muitas turbulências, nem sempre fui o marido que ela gostaria de ter ao seu lado, pois depois de passar alguns anos, eu também não entendia, achava que ela podia fazer força para termos relações, fazia de tudo para ela relaxar e nada. Como ela não conseguia, as coisas não ficavam tão legais e passamos por muitos pensamentos contrários e sem duvida pensamos até em nos separar, um momento eu, outro momento ela e com isso os anos iam se passando...
Após se passarem 6 (seis) anos, sei que nem sempre usei as palavras que minha esposa precisava ouvir, em busca de ter relação sexual, falava e agia grosseiramente e isso só aumentava os problemas, eu agindo grosseiramente, transformava minha esposa em uma pessoa cada vez mais fechada e grosseira também. Era uma resposta devido as minhas ações.
Obs: Em todo este tempo, não procuramos nenhum tipo de ajuda, pois com falta de conhecimento e vergonha, agíamos próximos das pessoas, como se não houvesse nada, mais ao chegar dentro de casa as coisas eram diferentes.
Minha esposa por não me atender sexualmente, pensava várias coisas ao meu respeito, achando que pelo fato de eu ser homem não conseguisse ficar sem ter relação e procurasse outra pessoa para atender minhas necessidades e etc.;...
Vendo que a maneira que eu estava agindo, não estava tendo resultado positivo, decidi mudar. Comecei a procurar na internet alguma coisa que pudesse ajudar, tive a infeliz idéia de comprar um plug anal para ela usar na vagina. Lógico nem preciso falar, sem sucesso.
Conversei com ela sobre procurarmos novamente um ginecologista e verificar se teria a necessidade de fazer cirurgia, assim fizemos.
Encontramos um bom profissional que após realizar o exame, nos informou que não havia necessidade de fazer cirurgia nos encaminhou para outro médico um bom profissional que acompanhou minha esposa por algum tempo, mais ele não era especialista em que precisávamos e por fim não tivemos sucesso.
Sem desistir, fiquei procurando profissionais da área que pudessem nos ajudar e nada... Já quase desistindo quando sem quer, encontrei alguns relatos sobre o que eu e minha esposa estávamos vivendo. Achei muito interessante! Li vários casos e decidi verificar se isso era realmente verdade.
Entrei no site da UROFISIO e li mais um pouco, sem minha esposa saber enviei um e-mail contando um pouco de nossa historia e perguntei se podiam nos ajudar.
Muito ansioso, liguei em seguida, falei com a Dra. Fernanda Pacheco e a mesma falou que podia nos ajudar, logo mostrei os relatos para minha esposa que já havia desistido, sem vontade de se expor novamente. Ela um pouco desconfiada, aceitou ir à UROFISIO para conversarmos com a Dra. Fernanda.
Por falta de conhecimento, confesso que achei estranho uma fisioterapeuta, poder nos ajudar nesta área, mais não estava encontrando o que precisava, logo segui para ver o que ia dar.
Fomos a 1ª consulta, em conversa com a Dra. Fernanda, fiquei maravilhado e cheio de esperança, pois as explicações eram bem detalhadas e profundas, minha esposa também gostou mas já estava saturada de passar por profissionais e não ter sucesso, ficou com um pé atrás, mas decidiu continuar.  Yes!
Na primeira sessão eu esta lá junto a minha esposa e ela gostou muito por que a Dra. Fernanda não começou logo de início a enfiar alguma coisa nela, conforme outros profissionais. Ela começou apenas a identificar o que minha esposa tinha, usando suas técnicas bem eficazes.  
Já na 11ª sessão  devido ao bom andamento do tratamento, fomos liberados pela Dra. Fernanda para tentar novamente ter relação sexual, a 1ª tentativa foi um pouco difícil, eu e ela estávamos sem jeito (rs rs),  ela ainda com um pouco de medo! Na sessão seguinte recebemos novas orientações / dicas da Dra. e "Yes!!!"... Corremos para o gol!!!  :)
E assim fomos até 15ª sessão, sempre com muita dedicação e foco, posso aqui falar muitas coisas maravilhosas no decorrer destas sessões, mais vou enfatizar duas coisas a esplêndida disciplina de minha esposa e o excelente trabalho da Dra. Fernanda.
Hoje temos nossas relações sexuais, que são muito prazerosas e como estamos sempre aprendendo, hoje sabemos explorar um ao outro um pouco mais devido aos exercícios aplicados.
UM muito Obrigado a Dra. Fernanda Pacheco e toda a equipe, Vlw!!!
 Felizes para sempre!!! "

Felicidades ao casal e que o(a) herdeiro(a) venha em breve (rsrsrs)... :)

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

II ENCONTRO DE PACIENTES COM DISFUNÇÕES SEXUAIS FEMININAS – VAGINISMO E VULVODÍNIA



II ENCONTRO DE PACIENTES COM DISFUNÇÕES SEXUAIS FEMININAS – VAGINISMO E VULVODÍNIA

23 de novembro às 18h no Edifício Cidade do Rio de Janeiro
(próximo ao metro carioca – Rio de Janeiro)
Av Almirante Barroso, 63, auditório 24 andar, Centro da cidade. 

EVENTO GRATUITO!!! APENAS 30 VAGAS!!!

Inscrições por Email: fernandapacheco84@hotmail.com
Inscrições por WhatsApp: (21)99560-9080

O evento é restrito a mulheres que apresentam dor na relação sexual (vaginismo, vulvodínia e dispareunia).

Palestrantes convidados:

Dr André Medeiros (CRM: 52.73491-8): Médico ginecologista (FEBRASGO), Mestre em saúde pública; Especialista em videohisteroscopia pelo IFF/Fiocruz e Residência médica em ginecologia / obstetrícia pelo hospital Pedro Ernesto /UERJ.

Dra Fernanda Pacheco (CREFITO2:109096F): Fisioterapeuta em uroginecologia e obstetrícia (CBES-SP); Fisioterapeuta e responsável técnica da Clínica Urofisio; Fisioterapeuta no ambulatório de uroginecologia do IFF/FioCruz; Membro da câmara técnica de fisioterapia uroginecológica do CREFITO2; Pós graduada em Gestão de Saúde (UERJ); Formação Osteopatia (EBOM), RPG (Philippe Souchard) e Método Hipopressivo (Marcel Caufriez).

OBS: Não será permitida a entrada de maridos, namorados, parceiros... O evento é restrito à mulheres com disfunção sexual!

Necessário inscrição prévia! Vagas limitadas!
Inscrições por Email: fernandapacheco84@hotmail.com
Inscrições por WhatsApp: (21)99560-9080

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Uma Ex- vagínica, mãe, mulher e feliz!

Olá meninas...

Peço desculpas no atraso das postagens aqui ... O consultório está tomando grande parte do meu tempo! Prometo que irei atualizar com mais frequência!

Deixo hoje aqui um depoimento muuuuito emocionante... Fiquei extremamente feliz com a conquista dessa paciente! O depoimento é longo, mas vale muuuito a leitura!!!

Inspirem-se!!!





"Olá Meninas, eu hoje com muita felicidade faço parte do grupo das ex- vagínicas, interessante que quando digito estas palavras mal posso acreditar que isto está acontecendo comigo!

Pois quando lia algum depoimento que alguém dizia que era uma ex- vagínica, meu coração se enchia de esperança, apesar das inúmeras frustrações em alcançar a cura, eu me perguntava: Será que um dia serei  ex- vaginica também? Será que um dia estarei no grupo das mulheres que venceram esse gigante, que atormenta a vida sexual e se alastra por todas as áreas de nossas vidas?

Todos os dias eu acordava com essa pergunta e com minha luta que começou um pouco tarde, pois descobri aos 33 anos que tinha vaginismo. Mas porque tão tarde?

 O INÍCIO: Conheci meu esposo aos 26 anos, antes dele tive outros relacionamentos, porém sem relação sexual, pois tive uma criação muito rígida, sabia que não podia ter relações sexuais, fora do casamento. De uma família muito tradicional e religiosa, não se falava em sexo e nem em sexualidade, tudo que fiquei sabendo foi sozinha, amigas que casaram digamos que cedo, comparado a mim, diziam que doía muito, isso eu ouvia sempre.

Mesmo depois de começar a namorar meu esposo, não tive relações sexuais com ele, namorávamos muito e haviam certas intimidades, mas nada de sexo, pois dizia a ele só depois do casamento e a vida seguia, então com o passar dos anos (sete anos depois) alguns tabus foram caindo, até que resolvemos nos dar esse prazer. E pra nossa triste surpresa foi um dia muito  frustrante, pois não conseguimos ter relação sexual.

O QUE SENTIA? Parecia uma parede, nada penetrava! Minhas pernas (na parte inferior da coxa) ficavam tão enrijecidas, que depois eu sentia dores. E aí iniciava a nossa luta! Tentamos outras vezes mas foi em vão, daí começavam as brigas, eu vivia triste, brotava em mim um sentimento de inferioridade e todas as vezes que tentávamos ter relação, ao final acabávamos brigando.

Na luta de vencer o que eu não sabia exatamente, bebi vinho, compramos xilocaína em spray e nada, nada adiantou! Até que resolvi procurar um ginecologista pela primeira vez na minha vida, aos 33, absurdo não? Pois é infelizmente, quando nova, minha mãe nunca me levou a nenhuma consulta ginecológica e nem tão pouco conversávamos sobre isso, já adulta ouvia minhas amigas falarem sobre ida ao ginecologista, mas tinha muito medo.

1º Opinião Médica: ( EM BUSCA DA CURA): Bom, na consulta levei uma baita bronca, porque eu naquela idade ainda não tinha ido a um ginecologista, morri de vergonha, mas ainda tive coragem de falar com ele sobre o meu problema, já estava me sentindo péssima e fiquei um pouquinho pior!

Quando ele me consultou, percebeu a minha resistência e achou que eu tivesse um probleminha, disse: “-Agora entendo porque você ainda não tinha ido num ginecologista”, achava que eu tinha um probleminha emocional e deveria buscar ajuda terapêutica.

Tive uma segunda consulta com ele e pela ultrassom que fez, disse que eu tinha uma vagina muito estreitinha, diferente da outras mulheres. E o que ele poderia fazer por mim era uma cirurgia para alargar, mas mesmo assim eu teria que fazer um tratamento com uma psicóloga, se não como seria no pós- operatório?

Fiz o que ele pediu, procurei uma psicóloga, fiz um plano de saúde, mas orientada pela psicóloga, procurei uma segunda opinião médica!

Opinião Médica: Neste ginecologista, entrei com meu noivo, ele me examinou e disse que minha vagina era normal, me passou um calmante e um lubrificante e ainda contou de um caso de uma jovem que ele teve que dá uma cortadinha no hímen dela, no consultório dele, mas não quis fazer o mesmo comigo, saí feliz por não necessitar de cirurgia, mas triste por ele não querer me ajudar da mesma forma que ajudou a moça.

Não tomei o calmante, mas usamos o lubrificante, o que não ajudou em nada, nada, não entrava nada, mal podia imaginar entrar sequer um palito em mim, me dava um pavor!

Meu esposo passou a ter problemas com ereção e então fomos a um clínico que também era ginecologista, durante a consulta do meu esposo entrei com ele e disse para o medico dele que o problema era meu e contei minha história.

Opinião Médica: O médico que consultou meu esposo, me consultou depois e disse que eu tinha uma vagina infantil e que era uma em um milhão e me passou uma pomada que tem hormônio. Ele havia se interessado pela minha causa. Retornei nele e disse que eu não conseguia colocar aquela pomada em mim, ele colocou com muita resistência minha (no consultório dele). Por fim, ele me encaminhou para um hospital onde tratava de casos assim, mas que eu teria que me preparar psicologicamente, pois iria ficar exposta a estudantes que iriam me estudar!

É claro que não fui! E a cada dia ia aumentando aquele sentimento de rejeição, parecia que os médicos se cansavam de mim... Isso ia acabando com minha auto-estima.

 Todos tinham relação sexual, menos eu, o médico ajudou aquela moça e não quis me ajudar, o outro me encaminhou pra um hospital de estudo! Eu sou a única nesse mundo que tenho isso, pensei. Depois pesquisando na net, vi que não, tínhamos até nome: vagínicas! Fiquei arrasada, aliás tudo contribuía para me deixar arrasada!

 TRATAMENTO PSICOTERÁPICO: Então entrei em um site e vi a respeito de uma psicóloga que tinha experiências com vaginismo e resolvi procurá-la, pois a anterior não tinha tratado de ninguém assim e isso me deixava insegura.

Contei a ela meu o caso e ela disse que realmente eu tinha vaginismo. Iniciei o tratamento... Nesse período acabei me casando e continuei me tratando. No decorrer do tratamento, uma surpresa e pra nossa alegria acabei engravidando virgem! Foi o dia mais feliz das nossas vidas, meu esposo e eu ficamos radiantes, com isso nem fui mais ao tratamento com a psicóloga, achamos que eu ia me curar sozinha e com a gravidez estávamos radiantes

Como meu marido não queria ter relações por causa da barriga, o vaginismo ficou esquecido, mas eu continuava virgem e evitava falar sobre sexo, pois mexia muito comigo. Quando alguém relatava sobre  intimidade sexual, eu me calava pois eu não tinha, eu ainda era “ anormal” todo mundo tinha penetração , menos eu!

Opinião médica: Meu filho nasceu e foi mais uns dos dias mais felizes das nossas vidas. Eu só pensava nele, fiz o pré- natal com outra médica, pois o 1º médico disse que não podia acompanhar o meu pré-natal, pois ele iria está viajando! Mas no dia da minha Cirurgia, ele estava lá ajudando ela. Pensei: - Eu acho que ele não quis foi me ter como sua paciente, quem vai querer tratar de uma vagínica!

Foi aí que aconteceu mais uma opinião, minha obstetra disse que após seis meses teria que voltar lá, então eu pensei: -Pra que??? Perguntei a uma amiga minha e ela disse que era exame de rotina. Gelei quietinha!

Lá fui eu, ela sabia que eu era vagínica, mas colocou um aparelhinho e depois de muita resistência minha, ela conseguiu fazer o exame, ela foi paciente e mandava eu respirar e ela conseguiu. Disse que eu tinha passagem sim, mas eu que não deixava!

Meu filho foi crescendo, tentamos retomar nossa vida íntima, mas penetração nada! E as brigas começaram... Meu marido se tornou frio, eu cobrava dele ser mais carinhoso e ele disse que não tinha retorno meu, vivíamos como “amigos brigões” e carentes um do outro!
Mas nunca perdi minha fé! Pedia muito a Deus par me dar uma luz, abri um caminho para saber o que fazer... Psicóloga? Achava que ia demorar muito! Até que em 2013 descobri um ginecologista que fazia pequenas cirurgias e fui até ele.

Opinião Médica: Contei tudo e ele foi fazer o preventivo em mim, foi uma luta, quase não deixei, a ajudante teve que segurar a minha mão e eu chorava, e ele ainda depois quis fazer o tal do “toque” em mim. Conclusão: Me passou um calmante e disse que eu era normal, minha vagina era normal, e que poderia até fazer uma cirurgia sim, mas preferia que eu primeiro buscasse ajuda de um psicólogo, pois eu tinha vaginismo extremo!

Num momento em que ele fez o tal do “toque”, eu estava tão tensa que ele disse: -“Solta os meus dedos, solta os meus dedos! Eu prendi os dedos dele na minha vagina!!! E ele ainda disse: - “O que você sente, o que você sente?”. Parece que naquele momento acordei e percebi que eu não tinha sentido nada, como se a dor fosse emocional!

Um ano depois, nem pensei encarar um ginecologista. Dois anos depois, pensava que apesar do vaginismo, tinha que cuidar da minha saúde, mas como voltar lá, ainda vagínica? Ele iria me questionar e eu não estava preparada para questionamentos de novo.

 Pra salvar meu casamento, durante uma semana pedia Deus como nunca, que abrisse a janela dos céus e me ajudasse de alguma forma. Foi então que entrei num site e resolvi clicar novamente sobre Fisioterapeuta ginecológica RJ.

Eu já havia descoberto uma no inicio do ano (2015), mas era uma de São Paulo, mas não havia possibilidades deu eu ir pra lá. Eu pesquisava muito sobre vaginismo, mas foi em junho desde ano que descobri a Doutora Fernanda Pacheco!

Olhei a foto dela, olhei e olhei, e pensei: Perece que ela é paciente... Transpareceu serenidade. Vi seu impecável currículo e pensei... Será que ela vai falar comigo no WhatsApp?

Fiquei enlouquecida de felicidade e corri para contar para meu esposo que havia uma médica no RJ que tratava de vagínicas, entrei em seu blog, vi os depoimentos, mal podia esperar para ligar para ela. Pensei: será que ela vai me atender? Será que vai ser possível?

Liguei pra lá e ficou na caixa de recados, depois me retornaram, nem acreditei meninas, adicionei ao meu whatsApp e ela me retornou, e eu radiante, meu Deus não to crendo nisso!

Disse ao meu esposo sobre a descoberta e o tratamento e ele aceitou na hora!

A MELHOR PARTE DA HISTÓRIA- EM FIM A CURA
Então essa é a melhor parte da história Meninas... Se fosse possível, através de minhas palavras expressar a alegria da minha alma, quando coloquei os meus pés naquele lugar, quando estive na minha entrevista/ avaliação e ouvi da Doutora Fernanda que eu não era a única e que havia possibilidades total de cura e que a minha vagina não era infantil.

Ali seria então a 6º e última Opinião médica, foi ali também onde entendi como era o tratamento e a importância dos exercícios em casa.

Lembro-me como eu fiquei ansiosa com o primeiro exercício em casa, achei que não iria conseguir. Na primeira vez não consegui, com o primeiro dilatador, mas no segundo dia em casa, fui tentar de novo e consegui! Eu mal podia acreditar, antes nem um palito era capaz de entrar, agora consegui introduzir em casa, o primeiro dilatador.

Cada sessão com a doutora Fernanda renovava em mim uma esperança... Depois de algumas sessões (5),  tentei ter relações com meu esposo, mas não consegui a penetração, fui para a consulta e relatei. Ela disse: - Você vai conseguir! Todas conseguem!

Depois de 11 sessões. Eu consegui ter penetração total com meu esposo (sem dor ou ardência), o segundo dia mais feliz da minha vida! Tentamos mais uma vez para saber se era verdade e era isso mesmo. Conseguimos!!!
E HOJE?  Sou tratada como uma rainha, eu sou livre, sou uma mulher normal, meu coração não cabe de alegria e depois de tantos anos posso viver a verdadeira lua de mel.

Existe carinho entre nós, existe sorriso entre nós, o gesto carinhoso que um dia pertenceu ao namoro, hoje faz parte de nossas vidas, a gente se paquera, a gente se abraça, a gente conversa na cama... Não fujo mais dele! Antigamente eu ficava constrangida quando estava em um grupo onde mulheres falavam sobre sexo, hoje eu também posso falar, pois vivo isso!

Meu casamento foi restaurado, acabaram as cobranças e as brigas. Só agora descobri que as cobranças ao meu marido eram na verdade, uma projeção da minha insatisfação por não ser uma mulher completa. Antigamente se um copo ficava fora do lugar, era uma guerra que eu provocava, hoje se ele esqueceu a margarina fora da geladeira, eu pego e guardo, pois sou feliz!

Quero dizer a você que ainda é uma vagínica, acredite, um dia você será uma ex- vagínica e poderá desfrutar de uma vida sexualmente saudável!
Agradeço a Deus por ter conhecido Doutora Fernanda, por ter sido um canal de bênçãos em nossas vidas!

Doutora Fernanda, não há preço que pague a sua dedicação, o seu profissionalismo, não há preço que pague por não ter desistido de mim! 

Carinhosamente,

Assina

Uma Ex- vagínica, mãe, mulher e feliz!"

Espero que tenham gostado! Essa paciente é mto querida!

Meu email para contato : fernandapacheco84@hotmail.com
www.clinicaurofisio.com.br